The dis-ease of coming-to-be

So many traditions living

under the obsession of progress,

of spiritual evolution,

enveloped in the dis-ease

of eternal coming-to-be,

there is always more to know,

more to become,

a higher sky to ascend to,

a deeper ocean to dive in,

always a state of mind that is more subtle,

a reality that is more profound.

They are spiritual traditions,

they are religions

and intentional communities,

they are new paths

and old paths,

all under the umbrella of enlightenment

giving you the ultimate tool for self-realization,

for the ultimate coming-to-be-something-else

something else other than what you are now,

ignoring that what changes always changes,

what changes today will change tomorrow,

ignoring that what changes cannot not change

ever

Then

who are you

actually

if you are always changing?

The question being put here

is what if

what you actually are

does not change?

what if

what you actually are

is already whole and complete,

beyond all change,

beyond all ideas about changing,

beyond all possibility of change?

What if

the only thing subject to change

is the false idea

about who you are?

If you knew yourself

and if you knew that

what you are

does not ever change

would you still

wanna go down the road

of spiritual evolution,

the road of constant progress

towards the realization

of your divine essence?

If you knew that

true spirit does not change,

that true divine essence

does not change,

that the supreme consciousness

is the ordinary

daily

consciousness,

for there is only one consciousness,

for there is only consciousness,

would you still wanna play

the game of spiritual evolution?

Who you think “you” are

is a fiction

dancing in the space that you are,

and that fiction can play any game it wants,

can dance any dance,

sing any song,

become a thousand things

with itself being absolutely nothing,

but who you are does not play,

does not dance nor sing,

who you are cannot become anything

other than

what it actually

already

is.

Knowing That which

never moves,

all things moving are known

to be

just That.

Teo Jasmin

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Published in: on 23/04/2011 at 2:29  Deixe um Comentário  

Para absorver…

“Nesta sociedade competitiva, a minha derrota é a minha vitória.” – Eduardo Marinho

http://observareabsorver.blogspot.com/

http://www.youtube.com/watch?v=NMn_1rQ3sms&feature=youtu.be

Published in: on 14/04/2011 at 12:28  Deixe um Comentário  

Enlightenment

”There is

no enlightenment;

just a belief

in non-enlightenment.”

Teo Jasmin

Published in: on 14/04/2011 at 12:24  Deixe um Comentário  

Conversas…

(…)

Mas uma coisa te posso garantir, só há uma coisa neste vasto infinito universo que te trará sólida, eterna e absoluta realização interior e pessoal: tu própria. Não o tu própria que podes pensar que és, mas aquilo que és realmente.

Digo-te, aberta e genuinamente, de ser humano para ser humano, de pessoa que sofre e se questiona para outra que sofre e se questiona igualmente: há algo dentro de nós que é extraordinário! Há algo dentro de nós que é indescritível, incompreensível, eterno, intocado e intocável por qualquer mágoa, dor ou medo. Há algo dentro de nós que é inexplicável, inacreditável tal é a magnitude da sua beleza, da sua luz, da sua paz, do seu carácter eterno e sagrado.

E isto de que falo não é algo de religioso ou espiritual sequer, não é algo dogmático, não é algo que requeira crença, não é algo que requeira o que quer que seja do que quer que seja, e é aí que reside a sua transcendência extraordinária. Aquilo de que te falo é do teu próprio ser, daquilo que sempre foste-és-serás, eternamente. Neste preciso momento, tu és a mais pura luz – e isto não é uma metáfora ou figura de estilo; neste preciso momento TU és a razão porque milhões de homens e mulheres em todos os cantos do mundo se ajoelham e rezam e oram e cantam em todos os templos e igrejas do mundo.

O que eu não sabia era que o Deus a quem eu rezava quando ia à igreja na minha adolescência era… na verdade, eu próprio. Não o André que eu imaginava ser; não um corpo feito de elementos, não uma mente feita de pensamentos passageiros, não um coração repleto de emoções contraditórias. O que eu era (e sou) é algo invisível por debaixo de tudo isso. Invisível, mas absolutamente presente, absolutamente óbvio e gritante – quando é visto claramente. É como uma montanha no meio do nosso quarto – como pude não o ver??

Não me lembro se foi a ti que disse uma vez, “Aquilo que mais desejas e alguma vezes desejarás está, neste preciso momento, a olhar através dos teus olhos. O infinito não está na tua mão; está muito mais perto do que isso”.

Eu sei que isto parece conversa mística, mas esta é a resposta à pergunta que fazes quando dizes “quem sou eu?”. Isto é quem tu és, mas terás de vê-lo por ti mesma. Isto é a resposta que todos os filósofos e cientistas e espiritualistas têm procurado ao longo dos séculos. Em última análise, esta é a resposta que todo o ser humano tem procurado em todos os tempos em todo o lado. Esta é a verdade sobre a vida… e sobre a morte. Esta é a resposta que elimina todo o sofrimento, de uma vez por todas. Esta é a única possibilidade de verdadeira e profunda felicidade e paz que o ser humano tem.

Quando estive nos EUA em 2009, foi isto que vi. Sabes que não tenho qualquer outra razão para partilhar isto contigo sem ser o desejo profundo de partilhar com outro ser humano uma notícia que poderá mudar a sua vida para sempre. Sentei-me uma noite a meditar numa floresta, e depois de muitas voltas na minha cabeça, “dei de caras” com aquilo-que-não-tem-nome dentro de mim, com uma realidade tão luminosa e maravilhosa e doce e amorosa e eterna e suprema que dá vontade de chorar eternamente, curvado sob o delicioso peso da mais inacreditável gratidão.

A realidade que vi não tem forma, é vazia como o ar que respiras, não tem limites, não tem um corpo que adoeça ou envelheça ou coxeie ou faleça; não sofre o efeito do tempo, uma realidade infinita onde o universo flutua pacificamente, sem qualquer sentido ou necessidade dele. É maravilhoso não é? Então imagina o que é ver claramente que essa realidade é quem tu és e sempre foste!

O mundo que vemos é feito de cores e imagens e coisas que flutuam na nossa Mente, como se fosse um sonho. No meio dessas coisas, há um corpo que acreditamos ser quem nós somos. Mas não é verdade. Tal como quando dormes na tua cama e sonhas com uma “Maria” que vive coisas num mundo de sonhos, mas tu não és essa “Maria”, pois tu (supostamente) és a “Maria” que está a dormir; o mesmo se passa com o mundo que achamos real. É feito de imagens e cores, como as que vemos nos nossos sonhos quando dormimos, mas quando acordamos desta realidade, vemos que nunca fomos nada daquilo que imaginávamos ser.

Quem nós somos não só nunca sofreu nem sofrerá, como não têm a capacidade de sofrer. Mas temos de saber quem somos, para podermos viver de acordo com isso. Uma ilusão é tão real quanto a imaginamos ser. É por isso que a vida parece doer, mesmo que não passe de uma ilusão.

Isto é quem tu és profundamente, quer acredites quer não, quer queiras ou não. Se calhar, quando te perguntas “quem sou eu?”, pensas “Chamo-me “Maria”, nasci em ano tal, em Portugal. E agora?”. Mas isto não tem nada a ver com quem tu és. Tu não és o nome “Maria”, não és uma coisa com 20 anos, não nasceste numa coisa chamada Portugal. Tu não és quem pensas ser. Pergunta-te “Quem sou eu?”, mas não incluas nada sem ser investigado.

Por exemplo, se vierem as palavras “Sou uma uma mulher num planeta chamado Terra” manda-as fora. Investiga. Serás uma mulher? Serás uma pessoa sequer? Tens a certeza que não és a realidade suprema? Ou uma alma eterna e sem forma? Não excluas nenhuma possibilidade sem reflectir; não incluas nenhuma possibilidade sem reflectir. Este é o caminho para a Verdade e, como disse Jesus, “a Verdade libertar-vos-á”.

Published in: on 05/04/2011 at 2:24  Comments (2)