Será que ainda te lembras?


Quando há interesse, as coisas acontecem. É tão simples quanto isso,
lei universal. Nunca há tempo oportunidade disponibilidade para
estarmos conversarmos para eu não me esquecer de quem tu és e tu de
quem eu sou.




Será que ainda te lembras? Nunca há tempo para parecer que existe ainda
linha, mesmo que ténue, a ligar estes dois pedaços a quem chamamos nós.
Somos uma ponte mas sem margens para unir. Nada nada nada que possas dizer ou inventar muda o que sinto com tudo o
que não me dás.




Repetidamente saio como que com um tiro no peito, vazada uma vista no
coração, és o meu castigo mais pesado que apenas queria que acabasse.
Desiste de fingir que ainda me conheces e talvez um dia eu seja livre
de te ter conhecido.


Dré
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Published in: on 28/03/2010 at 0:21  Deixe um Comentário